quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Nothing but music...

o nada traz o velho sentimento de volta
sentimento que aflora
que faz renascer o muito que sinto
que a muito está adormecido
e que desperta a cada passo em teu sentido

cada toque por mais leve
cada palavra por mais simples
cada gesto por mais repetitivo
é como se meu corpo pedisse mais
e minha mente procurasse isso

te vejo em meu pulso latente
te reconheço no meio da gente
gente diferente da gente
que tambem tem um coração que bate e sente

futuro sem previsão
passado construído como ladrilhos no chão
encaixados um por um
como uma sinfonia saída do teu violão

a certeza de que minha pele

somada na tua
é como a lua
espelhada em um oceano infinito
distorcida em meio a mitos
aflita procurando abrigo
em teus braços estendidos